garota eu vou pra califórnia |
o diário de uma mudança |
Pois bem, fomos até o lugar recomendado tirar o raio-x, na Mission. Chegando lá, mais uma fichinha a ser preenchida e, enquanto esperávamos, pedi para usar o banheiro. A secretária então me passou um cabo de madeira com uma chave presa na ponta por uma cordinha, bem no estilo posto de beira de estrada, e me indicou o caminho.
Quando voltei o Pedro já estava tirando o dele. Ali até que foi jogo rápido… fui chamada em seguida e em menos de meia hora saímos de lá, cada um com seu CDzinho. Finalmente uma pontinha de modernidade nessa jornada. =)
Voltamos pra clínica, entregamos os CDs e sentamos mais uma vez para esperar os resultados. Já devia ser umas 4 da tarde quando fomos chamados.
Aqui preciso explicar uma coisa: esses exames precisam ser entregues lacrados. Então você pede uma cópia pro médico para poder ver os resultados também. Quando a secretária nos chamou, começou a nos mostrar exame por exame, e pediu para conferirmos nossos dados. Nos meus, tudo ok. Nos do Pedro, o nome dele aparecia com uma letra errada no fim.
Avisamos do erro e em seguida assistimos ela corrigir a papelada com liquid paper. Por que né, digitar na máquina de escrever tudo de novo é meio trabalhoso…
Correções feitas, chega a hora de “lacrar” os envelopes. Mais um sinal da modernidade: um rolo de durex. A mulher simplesmente cortou uns seis pedaços e colou eles no envelope de uma forma bizarra, pra garantir que ficasse bem seladinho.
Apesar de todo estresse, e de uma multa por devolvermos o carro com mais de duas horas de atraso, todo o resto deu certo.
A próxima parte é a biometria, que faremos no final do mês. Já fiz uma vez, logo que chegamos, pra minha autorização para trabalhar, e foi bem simples. Sem depressão envolvida nas etapas que seguem, assim espero!
Começamos no início do ano a nos mexer com as coisas para o Green Card, o que, para quem não sabe, é o documento que autoriza a residência permanente no país. Depois de terminarmos a parte dos formulários, fomos fazer o exame médico.
Os advogados do Yahoo, que ajudam em todo o processo, nos mandaram um link com os médicos autorizados a fazer esse tipo de exame e então escolhemos um. Já que todos ali estavam, teoricamente, aptos a nos examinar, nosso critério de escolha foi a distância de casa.
Acabamos escolhendo um cujo consultório ficava em Chinatown. Achamos suspeito, mas até então beleza, seria a opção mais prática, já sabíamos o caminho e pronto. Marcamos o primeiro exame para um sábado, 14h.
Chegamos no consultório uns minutos antes, fechado. Pouco depois aparece uma mulher com cara de secretária/enfermeira e nos atende. Enquanto preenchemos uma ficha ela nos avisa que o exame custará U$350 pra cada um de nós. E não, não aceitam cartão… só dinheiro ou cheque.
A gente ainda se recusa a aceitar essa mania de cheque que rola por aqui, então é claro que o Pedro teve que sair dali na hora à procura de um caixa eletrônico. Enquanto isso, ela foi me atendendo. Ela mesma, porque o médico nesse dia nem deu as caras.
Ela coletou sangue para o exame de sífilis e em seguida aplicou o material para o exame de tuberculose. Esse último exige que você volte no médico alguns dias depois para conferir se houve reação ou não.
Feito isso, descobrimos que o tal consultório em Chinatown só funcionava duas vezes por mês. Nosso retorno, na 3a feira seguinte, seria bem longe dali.
Pois bem, na 3a feira fomos na hora marcada para o outro consultório. Na nossa cabeça, seria jogo rápido: tomar vacinas, pegar os resultados e pronto. Eu tinha aula no final da tarde e deixei as minhas coisas em casa porque jurava que voltaria a tempo.
Chegando no consultório, a chinesada dominando a sala de espera (descobrimos depois que era o primeiro dia do médico após as férias). Atrás do balcão da recepção, uma máquina de escrever e uma mega prateleira com os arquivos dos pacientes. Aquela coisa moderna de primeiro mundo…
O Pedro foi o primeiro a ser atendido. Vacinas tomadas, ele volta dizendo que vai precisar tirar um raio-x do pulmão. Nós dois reagimos ao teste de tuberculose e temos certeza de que isso foi porque tomamos vacina quando criança, apesar do médico dizer que a vacina só vale por dois anos e não tinha nada a ver. Aham.
Fomos então atrás de um lugar para tirar o raio-x. A secretária nos indicou um na Mission, mais conhecida como a rua dos mexicanos e apelidada carinhosamente por nós de Teodoro Sampaio. Lá fomos nós.
…. continua no próximo post. =)
Se há três semanas eu reclamava do tédio, agora eu reclamo é da falta de tempo pra sequer pensar em me sentir entediada. As aulas voltaram com tudo e, consequentemente, o blog acabou um tanto abandonado.
Ando meio sem assunto (porque ultimamente só tenho falado e pensado em headlines, insights e bla bla bla), então resolvi falar de algo que fazemos por aqui frequentemente e que pode ser novidade pra muita gente: compras pela internet. Mas compras de supermercado mesmo!
Sei que no Brasil o Pão de Açúcar e outras redes oferecem esse serviço, mas antes de me mudar nunca tinha experimentado. Aqui em SF, morando no terceiro andar de um prédio sem elevador, essa nos pareceu uma solução um tanto quanto tentadora.
Fazemos nossas compras regularmente no Safeway, a rede de supermercados mais presente por aqui. É como um BIG, um Extra… um supermercado normal. Todo o processo é bem simples e pode ser feito no conforto do sofá da sua casa.
Pra começar, você precisa se cadastrar no site do delivery deles. Em seguida, é só começar a comprar! Você pode fazer isso de três formas: digitando o item que procura no campo de busca, olhando seu histórico de compras, ou então pesquisando por categorias (bebidas, laticínios, congelados, etc). Os itens aparecem com foto, uma breve descrição e o preço.
Ultimamente tenho preferido as compras por histórico por uma razão bem simples: acho a opção mais prática. Você pode selecionar a sua última compra ou então todos os itens que já comprou no supermercado. Tudo fica armazenado para quem tem o cartão Safeway, que te dá super descontos também. Ou seja, tudo o que eu já comprei numa loja física ou pela internet aparece ali… de chiclete a queijo ralado.
Aí você pode estar se perguntando: e se eu comprar algo que está em falta na loja?
Tudo se resolve na hora do checkout. Todos os itens que você colocou no carrinho aparecem ali, numa lista, com três opções ao lado. Você então assinala o que prefere caso aquele produto esteja indisponível: trocar ele por um similar de outra marca, mas do mesmo tamanho; trocar por um similar de outro tamanho, mas da mesma marca; ou não trocar de jeito nenhum.
Feito isso tudo você agenda a entrega em uma janela de horário. Quanto maior a janela, mais barata a entrega. Aí você paga o valor estimado (se houver alguma substituição ele vai mudar) e espera eles entregarem.

No dia seguinte surge um entregador carregado de sacolas, caixas de refrigerante e cerveja, galões de água… e você nem precisou subir as escadas com aquilo tudo. =)
Eu falo isso mas confesso que sempre fico com pena quando recebo uma entrega. E não dá pra aliviar a consciência dando uma gorjeta porque o Safeway não deixa eles aceitarem, é política da empresa.
Entrega feita, você assina e recebe uma lista dos itens que foram entregues. É nessa hora que descobre o que foi substituído.
Nós nunca tivemos nenhum problema com esse serviço. Compro inclusive frutas e verduras… e tudo sempre veio bem escolhido. Mas já ouvi relatos de amigos que tiveram problemas com a entrega, do site dar problema e você só descobrir isso porque simplesmente ninguém apareceu pra entregar na hora marcada, e também de mercadorias aparecerem amassadas e coisa e tal.
Por aqui nunca deu nada de errado. Uma vez, inclusive, um entregador voltou à noite para entregar uma caixinha que tinha esquecido… e eu nem tinha reparado a falta.
Resumindo: é super prático, eficiente e a entrega é barata. Pagamos menos de US$10 pra não precisar ir ao supermercado nem subir escadas. =)
Tirando a poeira do blog para… adivinhem? Pedir novos votos para o meu vídeo do Got Milk?.
A questão é: meu primeiro vídeo, aquele que postei aqui e vários de vocês votaram, foi desclassificado da competição. Foram dois motivos: tinha uma cena em que aparecia manteiga, o que pra eles é um “concorrente” do leite (e quem sou eu pra discutir, né?) e também porque eu não mostrava ninguém consumindo leite, um dos pré requisitos do brief que acabei esquecendo.
Fiz então algumas mudanças e postei um novo, porque eu sou chata e ainda tenho esperanças! rs
Então eu preciso pedir mais uma vez os votos de vocês. O esquema é o mesmo, e vou dar um passo a passo aqui pra ninguém se perder.
1- Entrem em http://zooppa.com/ads/its-just-not-breakfast-without-milk/videos/just-a-perfect-breakfast-5
2- Assistam o vídeo e tirem sarro da minha aparição no final (isso não é obrigatório, mas alguma coisa tem que ser divertida nesse processo)
3- Bem à direita do vídeo tem um texto que diz assim: “Do you want this ad to win? Log in and vote!” Cliquem pra logar, no texto em azul.
4- A tela de login vai aparecer. No topo tem a opção de logar com o seu usuário do Facebook, o que é bem mais simples. Clica ali.
5- Depois de logar ele vai te levar pra outro lugar do site. O que você pode fazer se estiver perdido e não achar mais o vídeo é voltar pro endereço inicial, aquele do primeiro passo.
6- Agora vai aparecer uma régua à direita do vídeo. Leva ela até o número 5 e clique para votar.
7- Feito! São vários passos mas não se assustem, tentei ser bem didática pra não ter erro. Na prática é mais simples, podem confiar!
Essa foi minha primeira semana do spring break, ou seja, folga. Achei que ia fazer mil coisas, andar, passear… mas aí vai um resumo da minha semana.
Chuva.
Ontem parou de chover por algumas horas e botei meus pés pra fora de casa. Na volta já tive que lutar contra uma garoa na forma de spray. E diz a previsão do tempo que sol mesmo só na quarta-feira.
Ô tédio.
Depois da auto-propaganda e do pedido de votos, resolvi incluir um pouco de história nesse blog e falar sobre o Sutro Baths, uma antiga casa de banhos de San Francisco que fica na costa da cidade, no final da Ocean Beach.

Ela foi inaugurada em março de 1896 e, na época, era um investimento milionário do então prefeito Adolph Sutro. A mega estrutura de concreto, com paredes de vidro, abrigava sete piscinas, seis delas de água salgada, além de um museu com artigos pessoais do seu Sutro, um auditório e até mesmo um rinque de patinação no gelo durante um período.
Uns bons anos depois da inauguração a casa começou a dar sinais de fracasso, já que os custos de manutenção eram gigantes. Em 1966, já com ela fechada e em processo de demolição, um incêndio destruiu quase tudo o que sobrava.
As ruínas ainda estão lá e, mesmo hoje, dá pra ter noção da dimensão do lugar. Melhor do que falar é mostrar algumas fotos…








oi!
Mais um vídeo. Mas este vem acompanhado de um pedido especial.
Eu explico: a última “tarefa” da minha aula de vídeo era escolher um concurso para participar, algo de verdade e que tenha um brief a ser seguido. Eu escolhi esse aqui, do “Got Milk”. A ideia principal é mostrar que café da manhã sem leite simplesmente não é café da manhã.
E no meio disso tem um monte de exigências, como colar um logo fake na garrafa, mostrar de alguma forma um café da manhã em casa, não mostrar nenhum outro produto “concorrente” do leite, como iogurte e queijo; nenhum rótulo e por aí vai.
Bom… o meu trabalho final (esse vídeo aí de cima) eu já entreguei hoje, então agora começa a parte de mendigar por votos. É um concurso de verdade e existem dois tipos de prêmio: o vídeo escolhido pelo criador do concurso e o vídeo mais votado. O prêmio pro mais votado é menor, mas nunca é ruim ganhar uns trocadinhos, não é mesmo?
Então se vocês gostaram do vídeo, ou só querem mesmo me dar uma forcinha, entrem nesse site aqui e votem no meu! Dá pra fazer login com a conta do Facebook, ou seja, não aceito desculpinhas de que existe um cadastro gigante antes da tela de votação. =)
Pra votar, precisa clicar à direita do vídeo, onde diz DO YOU WANT THIS AD TO WIN? Log in and vote! Aí vai abrir essa tela de login, onde aparece a opção de usar seu perfil do FB.
Se tiverem algum problema com o player do vídeo, ele também está no YouTube.
Pronto, prometo que o próximo post vai ser sobre San Francisco e afins, sem nenhuma auto-promoção envolvida!
Eu e o Pedro não temos carro aqui em San Francisco, o que pra algumas pessoas pode soar estranho já que ter um automóvel nos EUA é bem mais barato do que no Brasil. Pra dar um exemplo, por menos de US$ 25 mil você compra um Civic zero aqui.
Ou seja, é um tanto tentador comprar um carro. Mas entre os motivos pelos quais por enquanto não temos um estão o fato de o Pedro trabalhar em outra cidade, Sunnyvale, e ter um ônibus a disposição para leva-lo até lá todos os dias. Ele não precisa dirigir por uma hora e também não precisa pagar nada por isso, ou seja, pode aproveitar esse tempo da viagem para adiantar trabalhos, ler e até dormir.
No meu caso, eu me viro super bem com os ônibus. Tem um ponto pertinho de casa, com ônibus que saem pontualmente, te avisam quadra por quadra por qual rua estão passando, têm aquecedor pros dias frios e, em geral, são civilizados. Pra quem pegava ônibus lotado na Teodoro Sampaio às 6h30, é um grande avanço! hahaha

Também temos lojas, restaurantes e bares legais perto de casa. Da mesma forma que fazíamos em SP, acabamos aproveitando bem mais as coisas da nossa região quando queremos comer, beber ou ir ao cinema, por exemplo.
E, por último, tem o fator garagem/estacionamento. Se quisermos usar a nossa garagem aqui no prédio precisamos pagar mais US$300 no aluguel. Isso faz com que muitos vizinhos deixem os carros na rua. O que é super ok também, basta ter uma uma autorização de estacionamento, que te permite parar o carro numa área próxima a sua casa. Se parar numa área diferente por mais de algumas horas, leva multa.
Mas, depois dessa ode ao transporte público, tem também as desvantagens. As compras de supermercado a gente resolve com o Safeway Delivery, mas o que fazer quando queremos passear em algum lugar diferente, ir pra outra cidade, ou dar uma passadinha na IKEA pra comprar um novo cacareco pra casa? Nessas horas, a gente aluga um Zipcar!
Acho que a melhor forma de explicar o que é o Zipcar é: um aluguel de carro prático, sem burocracias e sem interação com humanos, como diz o Pedro.
Pra começo de conversa, você precisa ter um zipcard, que é o cartão que te dá acesso aos carros e que vincula a sua conta com os alugueis. Você se cadastra no site deles, dá informações sobre a sua carteira de motorista, seu endereço, seu cartão de crédito, etc… e depois de algumas semanas recebe em casa o cartão.

Com ele nas mãos você pode alugar um carro. Pra reservar, basta ir no site, colocar seu CEP e a data/horário em que você quer o carro e ver quais estão disponíveis por perto. Os preços variam de acordo com a marca e o modelo. Um Civic e um Mazda custam em média US$8 por hora. Uma BMW, uns US$15. A reserva é toda feita online e no horário certo você só precisa ir “buscar” seu carro.

Os carros ficam espalhados pela cidade, em estacionamentos de hotéis, postos e etc. Aqui perto de casa, por exemplo, três hotéis e um estacionamento público servem como garagem de Zipcars.
Para pegar o carro, basta ir até o local na hora reservada e aproximar seu zipcard de um leitor que fica no vidro do carro para abrir a porta. A chave fica dentro do automóvel, assim como um cartão de crédito caso você precise abastecer o carro. Se você precisar fazer isso, todo o valor será descontado daquele cartão, ou seja, não vai sair do seu bolso. O preço do aluguel já inclui tudo isso.

Depois é só devolver o carro quando acabar o seu horário de reserva. Caso você enfrente algum imprevisto ou congestionamento, algo que te faça atrasar pra devolver, dá pra ligar pra central deles e prolongar a reserva pra evitar multas.
É um sistema prático e que ainda te permite experimentar vários carros. Se você vai comprar móveis, dá pra alugar uma mini-van. Se vai passear num dia de sol, um conversível… e por aí vai. Pra nós, que precisamos de carro só nos finais de semana (e olhe lá), continua sendo a melhor opção.

O “nosso” MINI conversível do fim de semana
O trabalho mais recente da minha aula de Video Storytelling era fazer um vídeo (rá!) sobre algum lugar. O tema era Favorite Place, mas não precisava necessariamente ser sobre o seu lugar preferido. O desafio era tentar passar, nos poucos minutos do vídeo, a sensação de estar no tal lugar.
Eu resolvi ir pelo caminho contrário e fiz meu vídeo em um dos lugares que mais me irrita: Chinatown. Eu percebo que sempre reclamo de lá, e nem sempre as pessoas me entendem. Mas é fato que meu humor muda quando meu ônibus faz uma curva e entra na Stockton, que posso dizer que é o coração do bairro aqui em San Francisco.
Meu humor muda porque depois dessa curva o ônibus começa a lotar, os chineses começam a entrar pela porta de trás (por onde as pessoas saem), muitos passam sem pagar, te empurram com aquelas sacolas e malas que usam pra carregar verduras, carnes e sei lá mais o que, e gritam, né? Gritam e parece sempre que estão brigando um com o outro.
E é bem nessa rua que eu desço do ônibus quando vou pra aula. E isso volta e meia é um desafio, porque quando a porta abre tem uma dúzia de chineses com sacolas querendo entrar correndo pela porta de trás antes que ela feche. E não existe muito aquela coisa de dar a preferência para quem está saindo. É tenso!
Mas chega de falar… acho que o vídeo conseguiu passar um pouco dessa agonia que é andar por lá. Mudem a qualidade pra HD antes de apertarem o play que fica mais legal.
Todo ano, no dia 14 de fevereiro (também conhecido como Valentine’s Day), acontece aqui em San Francisco a Pillow Fight. Centenas de pessoas vão com seus respectivos travesseiros para uma praça no centro da cidade e se divertem batendo umas nas outras.
E a tal guerra de travesseiros tem até regras/recomendações: cada um precisa levar seu próprio travesseiro, e é indicado ainda que você leve uma máscara ou coloque uma bandana cobrindo a boca e o nariz pra não correr o risco de se engasgar com alguma pena.
P.S - a foto foi tirada daqui.